Não tens de fazer ninguém feliz!

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Carregamos muitas vezes, e durante muito tempo, um fardo invisível que nos pesa mais e mais a cada dia que passa, aquele fardo que um alguém disse que temos de fazer os outros felizes. Isto não pode estar mais longe da verdade. Quando pensamos no conceito de ser feliz podemos pensar nas múltiplas definições correspondentes a cada um de nós, imagina os biliões(!), mas o mais interessante é pensar sobre isso.

Quantos de nós já se perguntaram “o que me faz feliz? Qual o meu conceito de felicidade?”


Como seres individuais e pensantes, podemos ter uma noção do desafio que isto implica, o enriquecimento pessoal reside ai, quando eu me proponho a pensar ou reflectir sobre assuntos que parecem banais, “normais”, só que são muito poucas as pessoas que conseguem lançar-se a esse desafio e depois o mais fácil é esperar que outra pessoa as faça feliz. Peguemos o exemplo dos pais, quantos de nós não ouvimos que temos de fazer os nossos pais felizes, eu pergunto: alguém já perguntou aos pais o que os faz felizes? Que conjunto de factos constituem a sua felicidade? Quando nascemos só temos uma certeza, é a de que um dia vamos morrer. Até isso acontecer temos o direito de viver uma vida de acordo com o nosso conceito, individual, de cada um, sobre ser feliz e não viver com o peso de ter de fazer alguém feliz, é injusto esse peso, é injusto essa obrigação!


Gosto muito de utilizar a metáfora da mochila que todos nós temos, aquela mochila invisível na qual guardamos uma série de acontecimentos que se transformam em memórias impregnadas de emoções, e que ao longo dos anos, faz com que essa mochila fique pesada, demais. Ás duas por três, sentimos um peso nos ombros estranho, quando olhamos ao espelho vimos os ombros para baixo como que a desistir de algo, porquê? Pelo facto de nunca ter olhado para a mochila e ver o que ela contem, por ter ignorado acontecimentos do passado a pensar que “um dia isto passa”, falta de amor próprio, mas sabes uma coisa? Vais sempre a tempo, sempre! Vais sempre a tempo de tirar essa mochila, tirares o que está lá dentro (introspecção), analisares o que queres voltar a colocar, isto é, resolveres questões que ainda estão em aberto na tua mente as chamadas questões inacabadas, pois uma coisa é certa: essa mochila irá andar sempre contigo, o que muda é o factor mais importante de que agora, com consciência, podes escolher o que carregar, e teres de fazer alguém feliz de certo não é uma delas.


Esse peso é injusto, essa tarefa é injusta, esse esforço é inglório. A pessoa que és merece ser feliz porque acredito que todos nascemos com uma missão e essa missão não passa por fazeres os outros felizes, é sim uma missão que te permita ser feliz e é aí, em mais nenhuma outra altura, que contribuirás para acrescentar valor a outra pessoa, para seres uma pessoa que está na felicidade de outra, por amor e não por obrigação. Ideia final: tu contribuis para a felicidade de outra pessoa e esta perspectiva muda tudo.


Obrigado por leres e por contribuíres para o psicoefeito!!!


“Forte não é a onda que tudo destrói, mas a pacifica rocha a que tudo resiste.” Provérbio chinês
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